13 de outubro de 2016

RESENHA: Wicked Beat - Olivia Cunning (Sinner's On Tour #4)

Wicked Beat - Olivia Cunning

OMG! Que perfeição de livro. Parece até feito sob medida para mim. Eu sabia que ia adorar o Eric, mas não tinha ideia de que ele acabaria se tornando mais uma paixão literária. 

Eric Sticks é muito mais que o baterista sem papas na língua e com a personalidade extravagante. Ele é romântico quando quer, engraçado, provocador, protetor, confiante, carismático, bondoso. Isso tudo sem atacar de macho alfa necessitado. 

Rebekah Blake (A desgraça ainda tem o sobrenome do meu poeta favorito) começa a história parecendo ser meio supérflua, mas acaba mostrando um lado fofo e a altura de Eric. Ela é irmã de David, o operador de mesa dos Sinners que sofre um acidente no fim do terceiro livro. Ela seguiu a mesma carreira que ele e depois de implorar um pouco ela o convence a interceder para que ela o substitua na continuidade da turnê. Porque ela é gamada em Trey Mills.

Ela quer voltar a se sentir confortável na própria pele, já que não se sente assim desde que terminou o tratamento contra um câncer. E ele gostou tanto dela logo de cara que está decidido a durar mais, suas relações sexuais sempre fora rápidas, mas com ela ele deseja que seja diferente. Ele está disposto a fazer valer a experiência, dure ela toda a turnê ou toda a vida.  O fato de autora ter escolhido dar um problema ao cara, e um pênis de tamanho normal (20cm e não os 27 para cima que tenho visto em outros livros de outras autoras) já é um ponto positivo. 

Esse livro é bem intenso. Devido ao acordo deles e pela criatividade de ambos, rola muito sexo mesmo. Eu normalmente não curto livros que sejam tão cheios de cenas do tipo, mas aqui é tudo tão bem escrito, original e permeado de envolvimento emocional que elas tem tanta importância quanto as demais cenas. Há cenas de sexo oral de ambos, masturbação, voyerismo (ele sempre gostou de assistir os outros caras da banda transando...), brinquedos, personagens...

Aliás, uma das coisas que fez eu me apaixonar totalmente por Eric é a capacidade dele de fazer piadas e provocar risos em qualquer situação. Ele pode estar tenso as bolas rochas, num momento super íntimo e intenso e ele vai ter uma piada qualquer para falar. Sempre sem filtro. Ele é, enfim, o pesadelo de qualquer pai ou mãe mas o sonho de muita mulher por aí. Eu inclusa.

É nesse livro que eu comecei a torcer por Trey. Ele é um canalha, um mulherengo, joga nos dois times e ainda assim é super adorável. Ele acaba tendo um papel importante na aproximação dos dois e depois na manutenção desse relacionamento. Foi ele quem resolveu os problemas (com todo o jeito sedutor que só Trey Mills tem. 

Foi a intervenção dele que salvou meu kindle. Eu quase esmaguei o pobre aparelho de tanta tensão. Por se tratar de um livro, eles precisavam de uma briga. Ao menos uma. Cunning foi lá e criou a pior situação possível. (pra mim) Eu quis estapear Rebekah pela falta de tato dela. Ela comete algumas gafes que para mim são imperdoáveis. Mas pelo bem do coração do meu amor fictício eu a perdoei.

Então, acabou me conquistando assim como o livro do Jace, de maneira totalmente diferente. Amo muito. 

PS: MELHOR CAPA DA SÉRIE. MEU XUXU MERECE.




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