9 de outubro de 2015

RESENHA: O Rei - J. R . Ward (Irmandade da Adaga Negra #12)

O Rei - J. R . Ward

Sensacional. Todos os plots desse livro foram instigantes. Nos anteriores sempre havia ao menos uma história paralela ou personagem desinteressante que me forçava a fazer mão de leitura dinâmica. Aqui não.

Eu não tinha opinião formada sobre os Sombras até então. Mas agora os amo tanto quanto os irmãos. Quero eles lindos, felizes, vinculados e com rebentos já! Selena é uma personagem forte e bem diferente das outras escolhidas que figuraram as páginas anteriormente. Estou louca para ler o seguinte.

Layla me deixou confusa. Não entendi como ela consegue sair despercebida da mansão, e como não há ninguém em cima dela o tempo todo por conta da gravidez como com as demais. Xcor tomou uma decisão um tanto incompreensível para mim tanto em relação á Layla quanto a todo o motivo de o Bando de Bastardos estar em Caldwell. 

Adorei as interações entre Wrath e Beth nesse livro. Eu não curtia muito o Wrath, ele não tinha me conquistado como os outros irmãos. Mas aqui nós vemos uma faceta totalmente diferente dele e há mudanças, principalmente dele com relação a si mesmo, que o tornaram um homem melhor e por conseguinte um personagem mais cativante.

Rehv que para sempre será o meu par perfeito ( quero um de verdade para ontem) faz aparições incríveis e marcantes. ai como esse homem é maravilhoso em todos os aspectos. Assim como Saxon que até então só me dava raiva, passou a ser um dos meus queridinhos. Ward, por favor arrume um macho lindo e encantador para esse personagem.

Nem preciso dizer que amei ainda mais Assail. Apesar o problema dele com drogas, toda aquela pose dele é sedutora, Marisol (que é a brasileira mais fajuta que já vi em obras americanas) é definitivamente a humana mais sortuda que já apareceu na saga. Os primos que eram uns calados até então, mesmo sem muito espaço se tornaram boas aquisições na história, assim como a Avó de Sola que é adorável, espero que ela apareça de novo mais para frente,

As cenas do passado foram perfeitas. Foi ótimo, mesmo que por instantes ter podido ver alguns irmãos já mortos que por acaso são pais de alguns dos atuais. E nisso ver um pouco deles nos pais, Ver como Wrath pai evoluiu de um aristocrata a um guerreiro foi incrível. E a mãe de Wrath consegue ser ao mesmo tempo delicada e uma fortaleza. Bem feminina, com os trejeitos do século retratado.

Dou 4.75 para o livro por ter achado que a Assail x Sola tenha ficado sem pista alguma de como vai continuar. Todo o resto? Redondinho. NEXT!




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