22 de setembro de 2015

RESENHA: Amante Libertada - J. R. Ward (Irmandade da Adaga Negra #9)

Amante Libertada - J. R. Ward

Fé restaurada. Depois do declínio nos livros anteriores que levaram ao quase fracasso total de Amante Meu, Ward me reconquistou. Payne pode ter sido libertada mas eu fui aprisionada no universo IAN novamente.

Manny, apesar do apelido brega, é um dos personagens masculinos que mais gostei nessa série. Não esperava que ele fosse assim tão sedutor. Apesar de a história ser supostamente focada na Payne, eu me vi muito mais interessada em saber o que aconteceria com ele do que com ela.

Payne é forte, é guerreira mas é feminina. Ela tem uma ingenuidade que compete essa característica a ela de maneira natural. Queria ter visto ela em ação mais vezes e espero que ela realmente vá à luta com os caras.

Os bastardos foram uma bela adição a esse universo. Gostei muito mesmo do que vi e espero que eles ganhem histórias. Toda a sofrência do Xcor tem que acabar. Ele merece uma garota. Os outros 'falaram' pouco, mas dá a entender que são histórias de vida fortes para cada um. Fiquei intrigada com o braço direito dele.

Qhuinn assumiu o pape de chatonildo do bando. Quanta reclamação para um ser só. Só deu valor quando perdeu e agora fica chorando as pitangas. Tenha dó meu caro. Autodestruição é tão last century.

O que não me agradou: as primeiras 120 páginas poderiam ter sido resumidas. Muita enrolação desnecessária e uma lentidão na progressão dos fatos que poderia enlouquecer alguns e fazer com que outros abandone a leitura. E por outro lado senti que houve uma certa correria no fim. Algumas cenas poderiam ter sido melhor trabalhadas, Ficaram algumas (muitas) pontas soltas.

E não vi gancho nenhum para o caso amoroso seguinte.  Há com certeza muito material para as histórias paralelas e para a Guerra, mas nenhuma pista sobre a responsável por arrebatar o coração do próximo guerreiro. E quanto a pequena batalha musical que se instaurou? Sou  #teamManny.

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