16 de junho de 2015

RESENHA: Enfeitiçadas - Jessica Spotswood (As Crônicas das Irmãs Bruxas, #1)

LV 05/2015

Enfeitiçadas - Jessica Spotswood


Jejum quebrado enfim. Apesar de eu não ter parado com as leituras no mês de maio, eu simplesmente não consegui avançar com a mesma velocidade de sempre. Mas nada como um viajante para nos dar um impulso.

Essa cortesia da Editora Arqueiro para o grupo Livro Viajante foi uma ótima surpresa. Não lia sobre bruxas desde o ano passado, gosto muito e a narrativa de Jessica Spotswood não deixa a desejar

A protagonista me fez querer dar uns tapas nela, por conta da síndrome da irmã mais velha. Mas pouco a pouco ela vai se soltando e adorei as inconsequências dela.

As outras irmãs não aparecem tanto quanto eu gostaria e exclusivamente as vimos pelos olhos de Cate Cahill a mais velha. Maura é a do meio, normalmente eu teria mais afinidade com essa, até temos alguns traços em comum, mas a achei muito egoísta e inconsequente. Tess é a mais nova e minha preferida apesar dos poucos momentos que deu o ar da graça.

A governanta Elena é odiável mas não deu para confirmar se assim o é por termos apenas a visão de Cate. Talvez se ela tivesse voz ativa na narrativa e / ou soubéssemos melhor de seu passado eu a suportasse.

Os rapazes: Paul e Finn. É engraçado mas no início eu tinha a impressão de que gostaria mais do primeiro, mas Finn cresceu no meu conceito e eu torci por ele até o final. Queria ter visto mais rebeldia por parte de Cate mas ela falhou comigo. Era previsível a decisão dela, mas não sou conformista. Fico na torcida para que Finn continue aparecendo e me encantando no segundo livro.

Essa continuação me deixou ansiosa. Preciso ler logo. Preciso saber o que a Maura vai fazer, como Tess vai lidar com isso, quem é quem nessa profecia, o que as irmãs são na realidade. Aliás, se tanto a mãe quanto a madrinha de Cate fugiram dessa irmandade, boa coisa não pode ser. 

Foi uma leitura fluida, envolvente (do tipo que te faz ficar pensando e conjecturando sobre o que vem a seguir quando não está lendo) e o final nos deixa cheio de perguntas e com pouquíssimas respostas. Era exatamente o que eu precisava para parar de pensar nas mazelas da minha vida e relaxar e imergir em outro mundo. Portanto: 


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