3 de fevereiro de 2014

RESENHA: Fogo - Maya Banks (Breathless, #3)

Leitura extra
05/??

Fogo - Maya Banks


Disse que ia dar um tempo, mas nem dei. Minha curiosidade acerca do meu personagem favorito da trilogia me venceu. Ash McIntyre não me decepcionou. Confirmou meu favoritismo e o aumentou. Depois dele, os outros dois pareceram adolescentes cheios de hormônio.

Josie Carslyle é perfeita para ele. Mais velha que as demais, Josie tem 28 anos, é independente, corre atrás do que quer, ter independência financeira a partir de seu trabalho como artista. Diferente de Mia e Bethany, ela tem experiência como submissa, quando conhece Ash, usava sua coleira. Mas isso não é um problema para o homem, que sabe o que quer e sempre consegue. 

Ash, mesmo quando faz algo idiota e babaca consegue ser incrível. Não tem como ficar com raiva dele, ou não o perdoar. Ele está acostumado a ter tudo exatamente como deseja, mas isso não o impede de pedir desculpas quando se vê errado. Admitir o erro é extremamente sexy.

Identifiquei-me com Josie por conta da postura dela perante ao relacionamento dela com Ash. Ela diz mais de uma vez para ele que não precisa ser sustentada por ele, não está com ele por seu dinheiro, está porque quer. Ser submissa a Ash foi uma escolha e não uma necessidade. 

Outra mulher aparece na vida de Ash nesse livro, sua irmã, Brittany. Ela decide se afastar da família e começar do zero, ser autossuficiente. Procura ajuda no irmão e apesar de ficar desconfiado das intenções de Britt, ele a ajuda. Arruma um lugar para ela ficar, um emprego no Bentley e dinheiro para iniciar a vida até seu primeiro salário.

Nesse livro acontece outra noite das meninas. Maya conseguiu superar a cena de Delírio, me fez rir muito. Caroline agora está noiva e elas saem para comemorar a boate de sempre sob os olhos sempre alertas de seu noivo. Britt vai junto e acaba lá encontrando seu dominante: Kai, dono da boate. Gostaria de ver esse relacionamento se desenvolvendo, Maya poderia nos agraciar com mais um livro.

Houve algumas repetições de situações desnecessárias, creio que seria possível chegar ao mesmo resultado de outras formas. Ficou bom, mas previsível. Volto a dizer: Quero um Ash McIntyre para chamar de meu.

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