4 de janeiro de 2014

RESENHA: Make Your Move (2013)


Título Original: Make Your Move
Duração: 105'

"A história gira em torno de dois dançarinos, Donny e Aya (Derek Hough e BoA), que se conhecem numa noite em Nova Iorque e tem seus próprios problemas para lidar em meio a uma rixa entre irmãos mais velhos. Ambos sonham em ganhar a vida com a dança e vão fazer o que for necessário para que isso se torne realidade."
Este filme está na minha lista desde antes de sair do papel. Desde que BoA foi escalada para fazer Aya. Quem me conhece sabe como amo essa cantora coreana. Pois bem, depois de muita enrolação o filme foi lançado e enfim pude assistir.

Pela internet encontrei muitas resenhas e 'sinopses' que o descreviam como um 'Romeu e Julieta' moderno. Mas não vi isso em lugar nenhum do filme. Tudo bem que há irmãos que aparentemente não se batem na jogada, mas isso é secundário na história. O foco principal ao meu ver foi a vontade de ambos em perseguir seus sonhos. 

Já tinha visto a BoA atuar e sei que essa não é a melhor atuação dela, mas creio que o fator que deixou a atuação um pouco duvidosa foi o inglês. Que não é bem o forte dela. Então algumas falas foram um pouco forçadas. Adorei o fato de ter tantas cenas dela dançando, ela é incrível e pode mostrar isso. Gostaria que a cena em que ela faz um solo tivesse sido maior. Derek Hough foi mediano atuando, e dançando foi bom. Ainda prefiro a diva. 

O plot que os une realmente é batido para filmes de dança, mas nada que desmereça o resultado, até porquê a utilização do taiko foi algo que não se vê em produções ocidentais. O título original era Cobu, quando foi modificado achei estranho e fiquei um pouco cética, mas depois de assistir concordei e achei a decisão bem tomada. Cobu no filme é o nome do grupo de taiko de Aya. Mas como a história principal não gira em torno das meninas mas sim na relação do casal de dançarinos, Make Your Move faz mais sentido.

Enfim, esse é um filme para quem gosta de BoA e gosta muito de dança. Uma boa pedida como um passatempo num dia sem o que fazer, e claro para se assistir sem muitas expectativas. Não é um descartável, mas tem um público-alvo definido. Pois apesar de a relação amorosa dos dois ter um espaço considerável na história não é o ponto forte.

Nota: 5.0

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